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Homens de Verdade(Rede de homens)
Homens de Verdade(Rede de homens)



 

Homens da Bíblia: Onésimo

 
 
 

Ele foi resgatado em meio às prisões

Este homem não é muito comentado, mas é por causa de Onésimo que há na Bíblia o livro de Filemom.

Onésimo era servo de Filemom, mas fugiu dele e encontrou com o Apóstolo Paulo na prisão. Ali, fizeram uma amizade verdadeira, a ponto de Paulo o chamar de filho (Filemom 10). E este talvez seja o sinal de que Onésimo tenha se tornado cristão.

O fato é que Paulo soube que Onésimo era fugitivo de Filemom, um cristão amigo do Apóstolo, que resolveu escrever uma carta para defender Onésimo e pedir que Filemom o recebesse de volta (Filemom 8 e 9).

Os fugitivos do Senhor

Há muitos por aí fugindo do Senhor, de conhecê-lo, de andar com Ele. Mas ao passar por dificuldades, ficam com vergonha de voltar atrás e esquecem que há alguém que intercede por eles.

Esta defesa que Onésimo encontrou em Paulo é a mesma que todos nós encontramos em Cristo. Basta que o erro seja admitido, o que provavelmente aconteceu, senão Paulo não saberia o erro cometido por ele.

A história de Onésimo somente retrata um homem carnal que fugiu do seu Senhor, mas encontrou um defensor no momento mais difícil de sua vida.

Infelizmente, a maioria das pessoas só lembra e se abre para Cristo quando precisam de algum “favor” Dele. Quantos têm que chegar ao fundo do poço para entender o grande amor de Deus? Quantos fogem de Deus, largando tudo por uma pseudo liberdade?

Mas a boa notícia é que Jesus é nosso eterno defensor perante Deus, basta que o pecado e as falhas sejam confessados.

Paulo tomou partido de Onésimo, para que este pudesse ser aceito e perdoado por Filemom. Além disso, o Apóstolo se colocou para pagar qualquer dano que ele houvesse causado (Filemom 18).

É isso. Jesus veio para pagar nossa dívida, uma pendência pecaminosa que, como seres humanos, não teríamos condições de quitar; um débito espiritual.

Nunca é tarde para se arrepender, para voltar para os caminhos do Senhor, para se abrir para um novo tempo de reconstrução.

Se você é um "Onésimo", um fugitivo de Deus, volte, ainda há tempo, pois Jesus é o seu defensor incondicional.

 fonte;SERIE homens.
 
 
 
 
Uma geração de sacerdotes que cumpre princípios - 

Texto: “Eu vos tenho amado, diz o Senhor. Mas vós dizeis: Em que nos tem amado? Não era Esaú irmão de Jacó? Disse o Senhor; todavia amei a Jacó. E odiei a Esaú; e fiz dos seus montes uma desolação, e dei a sua herança aos chacais do deserto... O filho honra o pai, e o servo o seu senhor; se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o meu temor? diz o Senhor dos Exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: Em que nós temos desprezado o teu nome?... Pois seja maldito o enganador que, tendo macho no seu rebanho, promete e oferece ao Senhor o que tem mácula; porque eu sou grande Rei, diz o Senhor dos Exércitos, o meu nome é temível entre os gentios.” (Malaquias 1:2,3,6,14)

Verdade Central: Deus quer levantar uma geração de sacerdotes que vivam pelos princípios da Sua Palavra. O texto mostra duas identidades: a identidade da honra e a identidade da desonra. A identidade da honra está em Jacó; a identidade da desonra está em Esaú.

Introdução: Quando Deus foi questionado sobre o amor dEle, Israel disse ao Senhor que o útero de Rebeca era gerador de dois filhos que possuíam o direito da mesma promessa. Em contrapartida, a resposta do Senhor a eles foi que Ele amou Jacó e aborreceu Esaú. Essa resposta significava que Deus sempre ama aqueles que escolhem viver pelos princípios e aborrece os que buscam a desonra.

Por que Deus aborreceu Esaú

A Bíblia diz que depois da maior conquista de Isaque, Esaú envergonhou seus pais. O capítulo 26 de Gênesis narra várias conquistas, inclusive a dos poços. Mas nesse processo, enquanto Isaque estava na guerra, para colocar os poços em dia e dar segurança a sua descendência, seu filho Esaú estava trazendo um nível de angústia que ele não teve com seus inimigos.

Esaú estava trazendo angústia para o coração de seu pai Isaque que ele não teve com os filisteus nem com Abimeleque. A contrariedade de Esaú, em casar com Judite e Basemate, mulheres que não faziam parte do seu povo, foi motivo de desonra para Deus e para Isaque e Rebeca. “Ora, sendo Esaú da idade de quarenta anos, tomou por mulher a Judite, filha de Beeri, heteu, e a Basemate, filha de Elom, heteu. E estas foram para Isaque e Rebeca uma amargura de espírito.” (Gênesis 26:34,35)

Algumas pessoas pensam que por causa da idade, como Esaú que estava com 40 anos, já são maduras e podem tomar atitudes diferentes do que Deus, do que os pais físicos e espirituais querem para suas vidas. Mas isso não é verdade.

Quando sua decisão se torna amargura de espírito para os seus pais e para o seu líder, você se torna uma assolação de desprezo da parte de Deus. A atitude de Esaú, de buscar uma descendência diferente, uma ramificação que Isaque e Rebeca não queriam que ele fizesse, tornou-se um mal contra sua própria vida.

Diferentemente, Jacó foi buscar esposa onde estavam os parentes de sua descendência, o povo da sua descendência e ali tomou mulher. Isso foi agradável a Deus. Existem coisas que nós fazemos que achamos que estamos passando despercebidos por Deus, mas Ele está vendo que estamos ferindo o princípio e a descendência; e isso atrai maldição.

Os dois decretos para a vida de Esaú foram:

1. Saiu da memória de Deus

Quantas pessoas que saíram da memória de Deus e não sabem. Estão dando marteladas por aí, porque quebraram o princípio da honra. Todos os que quebram o princípio da honra saem da memória de Deus.

2. Tornou-se terra assolada

As pessoas que se tornam terra assolada vivem em um deserto sem fim. São infrutíferas, não têm como plantar, como colher, e ficam sem descendência honrada, sem descendência abençoada; vivem debaixo de maldição.

A Bíblia diz que Deus amou Jacó e aborreceu Esaú. Deus ama os que buscam fazer a Sua vontade e aborrece os que são plantadores de desonra. No dia em que Esaú e Jacó nasceram, receberam a promessa de que os dois seriam poderosos, ainda que um conquistasse mais do que outro.

Porque Esaú desonrou a Deus e aos seus pais, foi aborrecido, saiu da memória de Deus, entrou em deserto e começou a viver de forma assolada. Deus amou Jacó, porque apesar de suas trapaças, algumas posturas diferiam muito de seu irmão. Ele cumpriu os princípios e foi amado pelo Senhor, por isso entrou na terra da promessa.

Jacó transformou-se em Israel e nasceu a Terra da Promessa. Ele faz um pacto com Deus e nasceu a honra. Quando fazemos pactos, estamos aliançando nosso coração e nossa palavra, estamos sendo homologados na honra. Jacó disse a Deus que se recebesse roupa para se vestir e comida para comer, de tudo o que ganhasse, entregaria o dízimo. E tirando o óleo, ungiu a pedra onde recebera o sonho, a visão. E ele se tornou o referencial, ali em Betel, Cidade de Luz, lugar onde anjos sobem e descem.

A Bíblia diz que Jacó via os anjos subindo e descendo. Isso para mostrar que Jesus nunca atrasou o relógio dEle na direção da sua vida. É assim: alguns só conseguem ver anjos descendo, mas Jacó via anjos subindo e descendo. Os anjos subiam tomando a causa de Jacó. Eles subiam na direção de Deus a favor de Jacó. Foi assim que Jacó viu o sonho e a visão subindo para Deus.

Precisamos ter um sonho que suba para Deus, para que Ele dê palavra de ordem para se cumprir. A visão e o sonho que Deus colocar em seu coração subirão para ser aprovados por Ele mesmo. Assim começa o princípio da honra, quando há pactos.

Quando Deus entrega um sonho e uma visão, é preciso que o lugar seja ungido e selado para que Deus comece a abrir o mundo espiritual, como fez com Jacó. Não havia lugar mais propício para aquele sonho de Jacó, Betel, lugar de luz, lugar para Deus abrir o entendimento daquele que se tornaria Israel, para não andar mais em trevas.

Deus tem luz sinalizando para os Seus filhos, dizendo que não andarão em trevas, se estiverem nEle. Jesus é a Menorah que brilha sobre nós e que nos direciona, através de Sua luz, pelos lugares que devemos andar. Ele diz que é a Luz do mundo, e quem anda nEle não anda em trevas.

 
 
 
 
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Homens, a Resposta da Honra
A 1a Convenção de Homens superou as expectativas. Discípulos de Manaus, do Brasil e das nações, encheram o Templo do MIR e receberam decretos de mudança de sorte. Eles saíram convictos do chamado que têm: são sacerdotes, e dispostos a não negociar a desce

 

Desde a abertura, na noite de Segunda, 21, os ares eram totalmente atípicos do que estávamos acostumados a ver em um Congresso. Não havia a mistura de vozes de crianças, jovens, mulheres, mas vozes como de trovão, que sinalizavam que quem estava no Templo do MIR eram os homens, apenas eles, para um resgate que ninguém sabia qual seria.

E foi assim que começou a 1ª Convenção de Homens: Por todos os lados, a figura dos homens era marcante, no Altar, no coral, na orquestra, na dança, na ministração. Eles completavam o cenário em preto e branco, bem diferente dos cenários anteriores já preparados no MIR. 

Vários homens exercendo suas atividades profissionais e, através, de um homem de Deus todos os demais se rendendo ao Senhor, foi a coreografia da abertura, em alusão ao tema: Homens de Honra transformam a sua Geração.

O anfitrião da 1a noite foi Apóstolo Wellington Galdino do MIR de Santarém/PA. Ele abriu a Convenção profetizando um tempo novo de transformação e avivamento sobre os homens. O louvor, além do diferencial de ter apenas vozes masculinas, foi ministrado pelo Apóstolo Gilmar Britto, que apresentou à Igreja os possíveis líderes de louvor que estão sendo treinados na Escola de Adoradores, coordenada por ele. 

Apóstolo Renê Terra Nova ministrou sobre uma Geração de Sacerdotes que andam em Aliança e são Restituídos na Honra, sacerdotes que aprenderão a cuidar e guardar a honra. Baseado no texto de Gênesis 34 e 35, ensinou que os homens precisam aprender a não negociar a honra dos seus descendentes: “Somos inegociáveis! Nascerá a maior geração de homens de honra. Não importam as consequências administrativas, não negociaremos nossos descendentes. Nosso território será ampliado mais do que podemos imaginar”.

Finalizando a 1a noite, Apóstolo Marcel Alexandre orou pedindo a Deus que socorresse os homens, ministrando perdão por tantos atos errados que já foram praticados. Um momento de muito quebrantamento e que fez com os congressistas saíssem reflexivos sobre o que ainda os aguardava nas outras duas noites.

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Na 2a noite, Terça, 22, os homens chegaram mais cedo que na noite anterior. Tomaram seus lugares e estavam ávidos para os acontecimentos. Não foi apenas mais uma noite, mas a noite que mudaria as suas vidas, dando continuidade ao que haviam aprendido anteriormente na Convenção.

Após a coreografia de abertura dos dançarinos, organizada por Robert Siqueira, Apóstolo Wellington Galdino leu Isaías 43:26, seguido de I Reis 2 e agradeceu a 1a Equipe de 12 do Apóstolo Renê dizendo: “Vocês nos abençoaram, abençoaram os Estados e as Nações! Este encontro é fruto do trabalho de vocês”. Ele orou com os congressistas e então começou o louvor. Apóstolo Gilmar Britto disse quão lindo era ver uma multidão de homens reunidos adorando a Deus.

Uma noite inédita que contou com a presença da matriarca do MIR, Apóstola Marita Terra Nova, que deu as boas vindas aos Homens de Honra. “Vocês são a resposta para o surgimento de uma nova classe. Possuem as bênçãos do Senhor e devem continuar firmes e persistentes na Palavra. Aqueles que estão aqui foram escolhidos por Deus para fazer a diferença. O sonho de vocês é indesistível, pois, o homem que transforma a sua geração é aquele que tem a mente de um mentor que raciocina à frente da sua geração”, enfatizou.

“O erro do Homem de Honra”, esse foi o tema da ministração do Apóstolo Renê Terra Nova. Baseado em Gênesis 34 e 35, ele explicou sobre as várias alianças construídas em cima de mentiras, políticas e necessidades de afirmação perante a sociedade, o que acaba acarretando numa série de brechas que o indivíduo traz a sua vida, permitindo a entrada de principados.

“A Bíblia mostra que um Homem de Honra não tem ombro fraturado. Se andarmos ombro a ombro nos tornamos uma parede de proteção e o inimigo não passa por nós. Não façam alianças quebradas, que não tenham sustentação. Não é qualquer ombro que serve para fazer aliança. Na aliança não se caminha de mãos dadas, mas de ombros colados, para que a desonra não entre em nosso arraial. Proteja a sua descendência, busque resposta de Deus para saber o que fazer, porque nossos filhos não podem ser criados em alianças quebradas. Homens de Honra tomam posição. Quando o mentor perde o foco negocia a unção. Os líderes saudáveis sabem o quanto custa sua chamada. A nossa aliança será limpa em todos os sentidos e saberemos preservar a honra”. Apóstolo Renê finalizou orando, pedindo livramento para cada uma das alianças camufladas, ombros quebrados, comodismo, passividade, alianças manchadas e insustentáveis.

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A última noite da 1a Convenção de Homens encerrou trazendo uma palavra de restituição e honra para os homens, levando-os a entender que eles são a Resposta da Honra. Uma noite profética, de avivamento, restauração e unção.

Na abertura, Apóstolo Gilmar Britto com uma multidão de homens que enchia o Templo, cantaram louvores e celebraram Aquele que vive e reina para sempre. Os dançarinos, faziam o colorido do Altar, misturado ao cenário preto e branco. Uma harmonia tão perfeita que torna até difícil encontrar palavras que definam, com exatidão, o encerramento da 1a Convenção de Homens no MIR, contudo, podemos declarar que o encerramento foi em grande estilo e memorável. Até já deixou saudades nos homens e internautas que acompanharam cada momento de avivamento, restauração e poder de Deus.

O Apóstolo Wellington Galdino, anfitrião da Convenção durante as três noites, fez as honras da casa, saudando aos homens, que responderam em uníssono com a gravidade que lhes é própria. E em seguida, fez a chamada das Equipes de 12 do Apóstolo Renê Terra Nova do MIR – Manaus; depois os Apóstolos que lideram o MIR no Brasil, e, por último os 12 locais e nacionais. Houve uma grande celebração, pois enquanto cada 12 subia ao Altar e apresentava as suas gerações, ouvia-se por todo o Templo, gritos de júbilos dos discípulos de honra.

Apóstolo Renê Terra Nova agradeceu a presença dos homens e fez uma menção honrosa a Apóstola Marita, dizendo que ela, como esposa, tem sido a mulher sábia que a Bíblia diz, que quem encontrou uma esposa, encontrou um tesouro. Aproveitou a ocasião para ratificar quão importante são as mulheres na vida dos homens, e pediu que levantassem um clamor “por aquelas que nos completam. Somos incompletos sem nossas esposas. Temos o nosso jeito e a nossa maneira, e muitas vezes, por sermos diferentes, não damos a atenção, o carinho, o amor necessários que a adjuntora idônea merece, precisamos honrá-las. Seremos os melhores homens para nossas esposas. Vamos garantir nossa descendência, porque plantaremos honra por onde passarmos. Nossa geração será transformada a partir de nossas vidas”, falou o Apóstolo.

Dando uma palavra de honra aos homens pelo êxito da Convenção, Apóstolo Renê Terra Nova disse: “Os homens estão de parabéns! Foram mais mansos que as mulheres, mais educados, mais reverentes, mais obedientes – seguindo todas as instruções recebidas. Eu me sinto muito honrado em saber que os homens de honra estão se comportando com honra. Quero dizer a vocês como um pai, um homem de 50 anos que pode aconselhar: não vamos mudar o mundo se não atingirmos os homens. O segredo não está nas crianças, nos jovens, nas mulheres. Quando atingimos os homens eles mudam o padrão e têm prazer em sentar com os filhos e com a esposa e gerar equilíbrio dentro do lar. Obrigado filhos, vocês são discípulos de honra”.

A última ministração da Convenção era muito esperada, principalmente porque todos queriam saber como seria o desfecho da noite de encerramento. Isso era nítido em cada rosto dos homens de honra que se reuniram no MIR, de Manaus, do Brasil e das nações.

Apóstolo Renê ministrou sobre ‘Homem, a Resposta da Honra’, disse estamos vivendo uma era dos exageros sexuais, por isso, precisamos tomar uma reação enérgica. “Nós homens devemos mudar a nossa mente para gerarmos um mundo novo. Os homens e os líderes que conseguem mudar a mente, ganham um mundo novo. Entendendo que tudo é processual! Toda honra tem recompensa! Os homens de honra que transformam a sua geração tem recompensa ao legado. A recompensa da honra é o êxito! A recompensa do êxito é a prosperidade!” 

Um decreto foi emitido sobre os homens para gerar mudanças em todos os aspectos. “Hoje é uma noite de milagres. Ouça Brasil: os homens serão restituídos! O que não pode acontecer é sairmos da tenda, da proteção, da cobertura. Não podemos pegar a nossa honra e arriscá-la”.

Finalizou, dizendo: “Deus vai remover toda sombra do nosso caráter e trazer libertação, de forma que seremos plenos. Não podemos quebrar princípios; devemos restaurá-los. A honra é o princípio para a vida! Depois de toda perturbação de alma pela qual Jacó passou, três maldições ainda o alcançaram. 1. Perdeu o território. 2. Perdeu a mulher que mais amava. 3. Conviveu com a morte do filho vivo. Ele caminhou durante muito tempo sob estigmas. Mas nós podemos caminhar sem argumentos do diabo, livres, sem nenhuma mentira na mente. Estão nascendo homens de honra que transforam sua Geração! Você é Benjamim, aquele que alimenta os seus irmãos, a restituição, o lobo rasgador. Você será tão próspero que terá para abençoar todos da sua casa. E quanto mais você abençoar, mais próspero será”.

Um encerramento sobrenatural! Os homens saíram debaixo de um novo ânimo, conscientes de que a desonra não mais baterá em suas portas e que seus filhos e netos jamais competirão um com outro. Nasceu a geração dos Homens de Honra.

Colaboração: Beatriz Teixeira / Ayda Rodrigues